Onde estás tu que quando me desaba o chão não apareces para me amparar?
Onde te encontras tu que quanto mais te invoco e te procuro tu te afastas e desapareces, como o nevoeiro de uma manhã de verão?
TU, tão presente e tão concreto, de repente tão difuso e sombrio, te escondes na distância e na frieza sem desculpa, aviso ou satisfação, deixando-me na permanente incógnita da tua verdadeira existência.
Será isto perpétuo? Eterno? Ou é só até o Sol voltar, que te irradiando, te devolve a paz, as memórias, a nostalgia e simultaneamente te entrega e dispõe a coragem de que tanto precisas para transformar os sentimentos em palavras, as palavras em acções, acções em momentos e momentos em…SENSAÇÕES!?
No entretanto da tua ausência,… eu espero!
Carolina, Dois de Março de 2010
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